Dólar comercial deve ficar abaixo de R$4,00 em 2020, aponta ATOM

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Dólar comercial deve ficar abaixo de R$4,00 em 2020, aponta ATOM (Foto: Pexels) Dólar comercial deve ficar abaixo de R$4,00 em 2020, aponta ATOM

Para a ATOM Participações S/A, em 2020, o dólar comercial deverá sofrer uma desvalorização e se estabilizar entre R$4,00 e R$3,80 na venda, retornando ao patamar em que manteve no primeiro semestre de 2019. Segundo análise de Joaquim Paiffer, um dos fundadores da mesa proprietária, o dólar não deve apresentar novas altas em função da melhora da economia em que juros começam a ter menos instabilidades e a inflação está mais controlada.

Na sexta-feira passada (6) a cotação do dólar comercial atingiu R$4,18 e hoje, 9 de dezembro, já está em R$4,14 para a venda, o que já direciona alinhamento com a expectativa de Joaquim. “Acreditamos que já estamos chegando ao momento de estabilização nos juros, pois o Real está muito barato em relação ao dólar. O PIB brasileiro apresentou uma considerável aceleração visto que a atividade econômica entrou em um ciclo de confiança nos últimos seis meses”, aponta o especialista.

Ainda segundo análise da ATOM S/A, a queda do dólar associada aos juros mais baixos e à inflação controlada proporcionam um ambiente favorável ao desenvolvimento da indústria, posicionando empresas brasileiras em posição competitiva às mundiais, o que deve dar continuidade ao cenário econômico positivo visto nos últimos seis meses.

Para a Bolsa de Valores, o fundador da ATOM S/A, a expectativa também é animadora. A perspectiva da empresa é que a Bolsa de Valores alcance em 2020 uma média entre 130 e 150 mil pontos, o que representa um upside de 18% a 25% em relação a atual média de 110 mil pontos.

“As reformas econômicas devem continuar e estamos otimistas que a B3 continue tendo um excelente desempenho em 2020. Com um câmbio mais favorável à exportação, há muitas empresas com um potencial de rentabilidade grande para o ano que vem, então, acreditamos que será um período fantástico para operações como o daytrade, assim como foram os últimos dois anos. Apostamos em uma continuidade bem forte em relação a isso”, conclui Joaquim Paiffer.

(Redação – Investimentos e Notícias)