Juros baixos precisam chegar ao crédito, aponta Abit

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Valente Pimentel, afirma que a redução na taxa Selic, realizada pelo BC nesta quarta-feira, 11, é muito positiva. Segundo a entidade, "a possibilidade de que o Brasil possa passar a ter juros estimulantes para a economia real" é um caminho bastante promissor. Porém, é preciso lembrar que a queda das taxas para o poupador deve se refletir rapidamente na ponta da concessão de crédito.

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Redução da taxa Selic está na direção correta, avalia Firjan

A Firjan divulgou nota sobre o corte na taxa de juros realizada ontem 11, pelo Banco Central. Segundo a instituição, o atual cenário econômico e a melhora do ambiente fiscal, abrem espaço para que sejam feitos novos cortes. Isso porque, o avanço das reformas estruturais, em especial a aprovação da reforma da Previdência tem criado bons caminhos para essa tomada de decisão.

 

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BC acertou ao reduzir taxa Selic, aponta ACSP

A decisão do Copom de cortar a taxa básica de juros foi acertada, segundo as considerações da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Para Marcel Solimeo, economista da ACSP, a decisão do BC em reduzir a Selic vai de encontro com a inflação, que está dentro das metas de 2019 e continuará ancorada nos próximos meses.

 

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Caixa anuncia nova redução nas taxas de juros

Após a divulgação de nova redução da taxa básica de juros da economia (Taxa Selic), a CAIXA anuncia a adoção de taxas ainda menores no crédito habitacional e em produtos de crédito pessoal. Ao longo do ano, o banco vem reduzindo as taxas ofertadas aos seus clientes, acompanhando o cenário de queda do indicador de janeiro a dezembro de 2019.

Wall Street sobe com decisão do Fed de manter juros dos EUA

Nos Estados Unidos, a bolsa de Nova York encerrou o pregão desta quarta-feira, 11, com as ações em alta. Os três principais índices de Wall Street registraram ganhos, após o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) decidir manter as taxas de juros entre 1,50% e 1,75% e sinalizar que os custos dos empréstimos permanecerão inalterados indefinidamente.

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