Indústria brasileira de fundos tem captação líquida de R$ 29,3 bilhões

A indústria brasileira de fundos de investimento teve captação líquida de R$ 29,3 bilhões entre os dias 1º e 11 de outubro, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O destaque é para a classe de renda fixa, com ingressos líquidos de R$ 18,5 bilhões no período. No ano, até 11 de outubro, a indústria de fundos acumula captação líquida de R$ 241,2 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Fundos de investimento têm captação líquida de R$ 205,7 bilhões até setembro

Segundo a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os fundos de investimento acumulam captação líquida de R$ 205,7 bilhões entre janeiro e setembro deste ano. O resultado se aproxima dos R$ 224 bilhões atingidos no mesmo período de 2017, e supera a média dos últimos cinco anos, de R$ 120,9 bilhões. Em relação aos nove primeiros meses de 2018, o avanço foi de 180%.

Indústria brasileira de fundos tem captação líquida de R$ 17,1 bi

A indústria brasileira de fundos de investimento teve captação líquida de R$ 17,1 bilhões entre os dias 1º e 13 de setembro, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O destaque é para a classe de renda fixa, com ingressos líquidos de R$ 10,9 bilhões no período. No ano, até 13 de setembro, a indústria de fundos acumula captação líquida de R$ 190,6 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Indústria brasileira de fundos tem captação líquida de R$ 3,8 bi

A indústria brasileira de fundos de investimento teve captação líquida de R$ 3,8 bilhões entre os dias 1º e 6 de setembro, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O destaque é para a classe de renda fixa, com ingressos líquidos de R$ 1,5 bilhão no período. No ano, até 6 de setembro, a indústria de fundos acumula captação líquida de R$ 176,2 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Captação líquida dos fundos de investimento cresce 226% em 2019

A indústria de fundos alcançou R$ 161,7 bilhões de captação líquida de janeiro a julho deste ano, valor 226% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 49,6 bilhões). De acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os aportes foram liderados pelos fundos multimercados e de ações, que somaram R$ 37,9 bilhões e R$ 32,6 bilhões, respectivamente.

Com Selic, poupança pode ser mais interessante do que fundos de renda fixa

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgará nesta quarta-feira (31), a nova taxa base de juros brasileira (Selic). Para o Professor de Cenários Econômicos e Macroeconomia dos cursos de MBA da Faculdade Fipecafi, Silvio Paixão, o Copom pode ter por base decisória, para definir a nova taxa básica de juros, ao menos três opções, sendo a primeira a conservadora, onde é possível que diminuam a taxa Selic - meta marginalmente para 6,25% a.a. A segunda opção, a discreta, que poderá estabelecer uma redução entre 6% a.a e 5,75% a.a, e a terceira e última opção, a diligente, onde podem implementar uma taxa Selic - meta entre 5,50% a.a. e 5% a.a.

Indústria brasileira de fundos tem captação líquida de R$ 17,3 bilhões

A indústria brasileira de fundos de investimento teve captação líquida de R$ 17,3 bilhões entre os dias 1º e 19 de julho, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No ano, até 19 de julho, a indústria de fundos acumula captação líquida de R$ 153,8 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Fundo de investimento da TG Core atinge alto patamar na B3

Um dos principais desafios dos gestores que trabalham com fundos de investimento imobiliário é ter seus produtos reconhecidos no mercado financeiro, principalmente os listados na Bolsa de Valores. Quando eles alcançam uma posição no IFIX - Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3 - isso os coloca em posição de maior visibilidade e prestígio. "É uma chancela interessante", diz Bruno Nunes, gestor da TG Core, gestora de investimentos especializada em investimentos no mercado imobiliário.

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