B3 recebe o ETF indexado ao Ibovespa da Bram

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Executivos da Bram durante o  toque de campainha que  marcou o lançamento do BOVB11 hoje, 26/06, na B3 Foto: Divulgação Executivos da Bram durante o toque de campainha que marcou o lançamento do BOVB11 hoje, 26/06, na B3

A B3 passa a negociar, a partir de hoje, um novo ETF indexado ao Ibovespa, o BOVB11 (ticker de negociação). O produto foi desenvolvido pelo Bradesco Asset Management (Bram) e viabilizado pela plataforma de negociação da B3.

O produto replica a carteira do Ibovespa, o principal índice do mercado de ações no Brasil, que reflete a carteira teórica composta pelas ações e units de
companhias listadas na B3 que atendem aos critérios descritos na sua metodologia, correspondendo a cerca de 80% do número de negócios e do volume financeiro do nosso mercado de capitais. As cotas do ETF são negociadas na B3 de forma semelhante às ações.

Porém, ao adquirir tais cotas, o investidor, indiretamente, passa a deter todas as ações que compõem a carteira teórica do índice de referência. Dessa forma, o ETF proporciona um investimento diversificado de uma maneira mais eficiente.

“Vivemos um momento de ajuste da economia. Com a tendência de queda das taxas de juros, surge a necessidade de maior diversificação, e o investimento em ETFs tende a ganhar cada vez mais espaço no mercado financeiro brasileiro. Nesse contexto, o Bradesco, com olhar estratégico, está sempre na busca pela excelência e inovação. Queremos sempre o melhor para nossos clientes”, destaca Ricardo Almeida, CEO da Bradesco Asset Management.

Para Gilson Finkelsztain, presidente da B3,o ETF é “um produto acessível, que atende a todos os tamanhos de investidores, razão pela qual tem se tornado cada vez mais popular em um cenário de juros baixos como o que vivemos hoje”.

O ETF traz uma série de vantagens aos investidores: liquidez, uma vez que por ser negociado em bolsa pode ser comprado e vendido como se fosse uma ação; diversificação, com apenas uma transação o ETF proporciona o investimento em uma variada carteira de produtos financeiros; e transparência, com divulgação diária da composição da carteira do índice e formação de preço em bolsa.

(Redação - Investimentos e Notícias)