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Olga de Mello

Olga de Mello

Jornalista, acredita que cultura é gênero de primeira necessidade

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Quando ler cura todos os males


naoseenrolanaoA mineira Isabela Freitas tem uma trajetória de dar inveja até a J.K. Rowling, que mourejou muito antes de conseguir publicar, aos 32 anos, a primeira história de Harry Potter e virar o maior fenômeno editorial dos tempos modernos. Ainda distante das montanhas de cópias da saga do bruxinho que foi adquirida por leitores no mundo inteiro, Isabela, com dois livros, já vendeu mais de um milhão de exemplares – e apenas no Brasil. O terceiro da série,  (Intrínseca, R$ 29,90), chega às livrarias trazendo a protagonista alter-ego da autora e personagens já conhecidos das aventuras anteriores.

 

Leituras de primavera

O comércio já anuncia o Natal, embora a maior festa do consumismo só vá acontecer daqui a mais de trinta dias. Como novembro é mês repleto de feriados, melhor aproveitar em leituras nesses tempos de primavera que nos preparam para a temporada de festas – e de calor. 

Vozes da perplexidade

vozesdetchernobilAbro Vozes de Tchernóbil (Companhia das Letras, R$ 49,90), da bielorussa Svetlana Aleksiévitch, para constatar se jornalismo pode ser literatura. No caso de Svetlana, pode. Vencedora do Nobel de Literatura de 2015 por sua "obra polifônica, um monumento do sofrimento e da coragem em nosso tempo", ela ultrapassa a objetividade jornalística ao reunir os relatos dos sobreviventes da explosão da usina nuclear em 1986.

As “mocinhas” e suas histórias

quandoeupartiTalvez porque a literatura infanto-juvenil seja quase tão desprezada quanto o teatro infantil, não faltam escritores especializados em histórias para crianças dispostos a provar que dominam qualquer tipo de público. Meg Cabot, criadora da série O Diário da Princesa, já flertou com o gênero romântico mais apimentado, enquanto J.K. Rowling encerrou a saga de Harry Potter e passou a se dedicar às investigações de um detetive particular numa Londres sombria, com um razoável sucesso de crítica. Consagrada autora de best-sellers para adolescentes, a americana Gayle Forman tenta ampliar a faixa etária de seus admiradores com Quando eu parti (Record, R$ 39,90).

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