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Olga de Mello

Olga de Mello

Jornalista, acredita que cultura é gênero de primeira necessidade

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O ano de ler mulheres

No início deste ano, a escritora e ilustradora inglesa Joanna Walsh criou marcadores de livros retratando algumas escritoras de sua preferência para dar como cartões de boas festas através de seu Twitter, onde postou a hashtag#readwomen2014. Atrás dos cartões, ela escreveu o nome de 250 escritoras. Começava ali uma corrente de interessados em incentivar a leitura da literatura criada por mulheres. Há tempos, algumas blogueiras informavam sobre projetos de ler apenas livros escritos por mulheres. Um crítico literário norte-americano anunciou que seu jornal só teria resenhas sobre obras produzidas por mulheres.

O fim e o começo

Aos moribundos se exige alguma sabedoria. Estão à beira da morte, sabem que chegaram ao fim. Esse encontro marcado, aparentemente, transforma muitos em conselheiros espirituais para os que ficam. Seus conselhos também servem para encher os cofrinhos dos descendentes com a publicação de livros de autoajuda como A última grande lição (Sextante, R$ 24,90), de MitchAlbum, que fala de um ex-professor que muito o influenciou,ou A lição final (Agir, R$ 34,90), a despedida do professor universitário RandyPausch de seus alunos. Invariavelmente, os livros que trazem as recomendações dos que se despedem do planeta, sempre pedem que os que lhes sobreviverem:

Decadência e elegância fantástica

Jamais ouvira falar no americano Robert W. Chambersantes de abrir as primeiras páginas de O Rei de Amarelo (Intrínseca, R$ 19,90). E aí descobri que Chambers, como tantos outros autores, é cultuadíssimo por ter influenciado escritores do calibre de H.P. Lovecraft e Neil Gaiman, com citações a seus personagens fantásticos e situações que ele criou em diferentes obras, como um romance de Stephen King e, recentemente, o seriado de televisão True Detective.

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