Prestação de informações passa a ser obrigatória para criptomoedas

Conforme Instrução Normativa da Receita Federal Nº 1.888, de 3 de maio de 2019, quem movimentar criptoativos (criptomoedas ou moedas virtuais) deverá enviar a prestação de conta ao governo de todas as informações dessa ação. O primeiro conjunto de informações referente ao tema deve ser entregue em setembro de 2019, contendo as operações realizadas em agosto de 2019.

TransUnion encerra 2018 com US$ 613 milhões em receita

A TransUnion (NYSE:TRU), companhia global de soluções de informação, segue com sua consolidação de mercado anunciando os resultados financeiros do 4º trimestre e de 2018. No 4º trimestre, alcançou crescimento de 21%, comparado com o mesmo período de 2017, totalizando sua receita em US$ 613 milhões. A Receita Ajustada, que desconsidera o impacto da compra de receita antecipada, reduções contábeis e outros ajustes referentes às instituições recentemente adquiridas pela empresa, foi de US$ 624 milhões, um aumento de 23% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Empresas investem pouco em segurança da informação

Um levantamento feito com empresas de contabilidade no Estado de São Paulo revela que, mesmo cientes do valor dos dados corporativos, em 40% dos casos, o investimento em segurança da informação ainda é pequeno. Para 10% das empresas consultadas, a falta de padrões e normas mais adequadas já causou prejuízos ou perda de dados próprios ou de clientes. Segundo a pesquisa, mesmo com a baixa adesão à padrões mais seguros, o empresário está mais consciente e disposto a investir para evitar prejuízos futuros.

Cresce 74% demanda por informações para abrir um negócio nos EUA

Internacionalizar um empreendimento tendo como ponto de partida o mercado americano pode representar o início do sucesso em novos nichos fora do âmbito nacional. A instabilidade econômica do país agregado ao enorme mercado brasileiro foram, durante muito tempo, razões impeditivas no que diz respeito à expansão para o mercado internacional e, com isso, muitas empresas ficaram restritas ao universo doméstico. Porém, os conceitos já estão sofrendo mudanças, e a expansão internacional deixou de ser um bicho de sete cabeças. É necessário apenas que o investidor compreenda que precisa de uma equipe qualificada para auxiliá-lo, no sentido de amparar os procedimentos e estruturas legais, bem como as transações financeiras, tributárias e operacionais.

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